E.COLI - o que deve saber

A Escherichia coli (pronúncia: /eskerikia koli/; também conhecida pela abreviatura E. coli)

O que é a E. coli?
A E.coli vive nos intestinos dos animais e dos humanos. A maioria destas bactérias é inofensiva, todavia, algumas produzem toxinas que causam dores abdominais agudas e diarreias. É o caso da estirpe detectada na Alemanha - 0104:H4 - pelos investigadores o Centro Médico da Universidade Hamburg-Eppendorf, em colaboração com cientistas do Instituto Genómico de Pequim.

• Como se propaga?
As variantes nocivas para as pessoas surgem quando a bactéria chega aos alimentos que habitualmente consumimos. A carne bovina é o principal foco de infecção, principalmente quando é "mal passada". Porém, a bactéria também pode estar nas tetas das vacas, o que pode contaminar o leite. Para além destes focos de infecção mais comuns, a bactéria pode chegar aos vegetais que estiveram em contacto com terra, fezes ou água contaminada.

• Quais os sintomas?
Regra geral, surgem sete dias depois da infecção. As cólicas abdominais são o primeiro sinal. Poucas horas depois, começa a diarreia com sangue, que dura entre dois e cinco dias. Pode ainda haver febre baixa (ocasionalmente), náuseas e vómitos.

• Principais Complicações?
Na maioria dos casos, o quadro clínico é simples, apenas de diarreia com sangue, sem sequelas. Na estirpe agora detectada, tem-se desenvolvido, porém, uma síndrome hemolítica urémica - um quadro mais grave, que conduz à transmissão da toxina para os rins e pode ser fatal, levando à destruição das células vermelhas do sangue e da ocorrência de insuficiência renal.

• Como nos podemos proteger?
No caso dos vegetais, lave-os correctamente com um produto adequado, principalmente quando consumidos crus. Limpe muito bem a bancada (com água quente e detergente) e os utensílios utilizados na confecção das refeições.◆

Lichia

Originária da Ásia, a lichia é uma fruta muito peculiar, dona de sabor peculiar e muito delicado. Adocicada, com um leve toque ácido, a fruta é pouco conhecida, mas desperta paixões.
A lichia é uma fruta capaz de hidratar o organismo, pois é repositora hídrica. Além disso, possui outros nutrientes que são benéficos à saúde.
De entre estes está a vitamina C, cerca de 60 miligramas (em 100g da fruta).
Esta propriedade ajuda a sintetizar o colágeno que dá estrutura aos músculos, tendões, gengivas e optimiza a absorção do ferro, dando resistência e acção antioxidante a estrutura corporal.
É fonte de vitaminas do complexo B, como a tiamina, que activa o sistema circulatório, reboflavona que actua na formação de glóbulos vermelhos e anticorpos e a niacina que ajuda no funcionamento do sistema nervoso.
Outro nutriente importante é o polifenol, que tem acção antioxidante podendo prevenir o câncer quando combinado a um cardápio equilibrado e saudável.
Saiba ainda que a lichia contém ainda, cálcio, ferro, fósforo e potássio, regularizando o sistema orgânico. Comer lichias frescas com moderação pode aliviar a tosse.
Quando vir essa fruta não perca a chance e leve-a para casa!

No mercado português ainda é inexplorado porque a lichia considerada a rainha das frutas, ainda é desconhecida do consumidor brasileiro. Actualmente o preço da fruta é muito alto e futuramente o ideal é o estabelecimento de um preço médio, de valor mais baixo, favorecendo a comercialização. O preço muito alto limita o número de consumidores. A lichia tem se tornado uma fruta presente no período natalício em muitos país.

Ementa contra o Alzheimer

O Mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer é uma doença degenerativa actualmente incurável mas que possui tratamento. O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família




Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos em vários países, sendo mais de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente. Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua prevalência aumenta exponencialmente com os anos sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.

Os queijos e o equilibrio alimentar

A presença do queijo é obrigatória numa alimentação equilibrada ou não fosse este o alimento fonte de proteínas, cálcio, zinco, fósforo, magnésio, vitaminas A, D e do complexo B e D.




E se é verdade que o queijo é rico em gordura, se for comido com moderação só lhe trará benefícios nas diferentes fases da vida. O queijo é fundamental para o desenvolvimento dos ossos, dos dentes e fortalecimento do sistema imunitário, contribuindo assim para o bem-estar geral de todas as pessoas.

Lentilhas

Consomem-se lentilhas há mais de 8000 anos. Existem diversos tipos de lentilhas, com formas, cores e consistências diferentes. Podem ser redondas, ovais ou em forma de coração, castanhas, amarelas ou verdes. Ao comparar com outras leguminosas (feijão ou grão), apresentam tempos de preparação mais curtos e têm a característica de absorver facilmente o sabor dos alimentos e temperos com os quais contactam.São um óptimo alimento com elevado valor nutricional devido às quantidades consideráveis de proteínas e hidratos de carbono, destacando-se o teor em fibra, e à baixa quantidade de gordura. A ingestão regular de alimentos ricos em fibra, como as lentilhas, melhora bastante as funções digestiva e cardiovascular.

Relativamente aos micro nutrientes apresentam quantidades favoráveis de vitaminas e minerais, como o ácido fólico, o magnésio, fósforo e potássio. Os teores em flatos e magnésio contribuem para a promoção da saúde cardiovascular.
São bastante nutritivas no que diz respeito ao seu contributo para a nutrição humana.

Cenouras

BENEFÍCIOS
• Excelente fonte de betacaroteno, forma vegetal da vitamina A.
• Contêm fibras.

INCONVENIENTE
• Podem conter resíduos de pesticidas.

O maior benefício dietético da cenoura é ser uma excelente fonte de betacaroteno. Diversos estudos têm revelado uma relação entre baixos níveis desta substância no sangue e o aumento de certos cancros. Há também provas de que o consumo elevado de betacaroteno protege dos danos provocados pelos radicais livres. O organismo converte o betacaroteno em vitamina A, necessária para uma visão saudável e para a conservação das membranas mucosas.



VER NO ESCURO
Um dos primeiros sintomas de deficiência de vitamina A é a cegueira nocturna, ou a incapacidade de os olhos se adaptarem à escuridão. A vitamina A combina-se com a proteína opsina dos bastonetes da retina, formando a púrpura visual (rodopsina), uma substância existente nos olhos que é essencial à visão nocturna. No caso de deficiência de vitamina A, basta comer uma cenoura por dia para melhorar a visão nocturna.

Sabe o que é a desnutrição?

Numa época do ano em que grande parte da população decide fazer "dietas loucas", saiba como isso pode colocá-la em risco de desenvolver uma patologia.



De acordo com vários estudos científicos, estima-se que 10% da nossa população, ou seja, mais de um milhão de portugueses esteja em risco de desnutrição. Esta patologia surge quando as necessidades de proteínas e calorias não são asseguradas pela alimentação, resultando numa perda de peso rápida e disfunção de órgãos. Não deve ser, portanto, confundida com o termo ”malnutrição”, que significa um desequilíbrio, quer por excesso, quer por defeito de nutrientes.

De forma a saber um pouco mais sobre esta patologia, a nutricionista Telma Valente, responsável pela área de nutrição entérica na Fresenius Kabi, esclarece todas as dúvidas possíveis sobre desnutrição.
Quais os principais sintomas?
Os primeiros sinais de desnutrição podem manifestar-se por fadiga muscular, queda de cabelo, unhas quebradiças, aumento da predisposição a infecções e, consequentemente, da morbilidade e mortalidade.
Quais as causas?
Factores como a idade, isolamento e depressão estão associados ao risco de desnutrição. Todos eles levam à perda de peso, que está ligada à perda de massa muscular e massa gorda.
Quais são as consequências?
A doença, por si só, pode desencadear a diminuição da ingestão alimentar, má absorção, perdas de nutrientes e aumento de metabolismo basal. Nas crianças, o atraso no crescimento, distúrbios associados à deficiência de vitaminas e minerais, aumento da gravidade e duração de doenças nutricionais e infecciosas podem ser consequência de desnutrição.
Como é realizado o diagnóstico?
Através do historial clínico e alimentar (ingestão alimentar, presença de vómitos, diarreias, anorexia e perda de peso rápida nos últimos seis meses) e de um exame físico (fraqueza, apatia, cabelo e unhas quebradiços). São métodos simples e úteis, que devem ser realizados com a maior brevidade, para impedir o agravamento do estado de desnutrição e permitir o inicio atempado da terapêutica adequada.




É possível sermos desnutridos e não sabermos?
Sim, é possível. Por um lado, a busca por um corpo perfeito pode levar-nos a dietas desequilibradas, que provocam desnutrição. Por outro, existem também alguns idosos ou doentes, que não fazem refeições completas e precisam de alguém que olhe por eles. O que infelizmente se verifica é que quem os acompanha prefere dar-lhe farinhas instantâneas, que, para além de serem desequilibradas, tornam a alimentação monótona, agravando o estado da doença.
Qual a faixa etária mais afectada?
São os idosos. Contudo, são os doentes oncológicos, com doenças hepáticas, pancreáticas, de Crohn e em diálise, que estão expostos a um maior risco de desnutrição. Alem disso, também a população diabética carece de uma alimentação adequada ao seu perfil.
Como evitar a desnutrição?
A melhor forma de evitar a desnutrição é controlar o peso de forma saudável. Assim, se pretende perder peso, deve consultar um nutricionista ou dietista. Mas se perdeu peso de forma involuntária, consulte o seu médico, para despiste de alguma patologia.

Tratar situações de risco
De acordo com Telma Valente, "numa primeira abordagem, deve estimular-se o doente a comer pela própria mão uma alimentação tradicional adequada. Quando nao consegue terminar as refeições ou há uma recusa total da alimentação, esta deve ser reforçada com suplementos nutricionais orais". Neste tipo de produtos, encontram-se soluções com diversos nutrientes, que permitem escolher a fórmula adequada aos doentes com limitações no tubo digestivo e podem ser utilizados como nutrição completa ou como suplemento nutricional. "Sempre que possível, a nutrição entérica por via oral deve ser considerada como primeira opção, evitando a nutrição por sondas ou gastrectomias, que se tornam invasivas e, inevitavelmente, desconfortáveis" aconselha a nutricionista. Fonte: Maria - www.impala.pt


Visualizações

Arquivo